
Difícil descrever qual dos absurdos de nosso governo reacendeu a chama dO Reverso. De fato, a soma de todas as atrocidades culturais, sociais, econômicas, educacionais e políticas formaram tal turbilhão de revolta que não havia mais como manter-se calado.
Nem que fosse somente para gritar e descomprimir a pressão torácica interna que iniciou-se muito antes da "Dança da Pizza" da deputada Ângela Guadagnin (PT-SP - http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u77137.shtml - Folha de São Paulo, 30 de março de 2006); fermentou-se durante os gestos obscenos do assessor especial do presidente Lula, Marco Aurélio Garcia, ao ficar feliz em descobrir que os mortos da última tragédia aérea era culpa de outros (tanto faz de quem era, desde que não fosse deles...) e culminou com a atuação mais discutível, vexatória e anti-ética de nosso senado nos últimos tempos, ao absolver o meliante senador Renan Calheiros (PMDB-AL) no primeiro processo por quebra de decoro parlamentar. A repercussão foi tão negativa que até o advogado que o defendeu afastou-se do caso (o advogado Eduardo Ferrão - http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u330427.shtml - Folha de São Paulo, 21 de Setembro de 2007).
Podemos não ter formação jornalística apropriada, e nem é este o objetivo. Queremos somente que as faces dos corruptos e inconsequentres políticos e seus acessores, que desrespeitam seu país e aqueles a quem representam, não sejam esquecidas.
Na medida do possível, todos os nomes e escândalos serão aqui lembrados.
Enquanto quem nos dirige desgovernadamente seguir no caminho oposto, avesso ao que seria o ideal social, ético, moral e politico de seus cargos, tentaremos ser o "back-up" da memória brasileira, gritando através dO Reverso.
Nem que fosse somente para gritar e descomprimir a pressão torácica interna que iniciou-se muito antes da "Dança da Pizza" da deputada Ângela Guadagnin (PT-SP - http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u77137.shtml - Folha de São Paulo, 30 de março de 2006); fermentou-se durante os gestos obscenos do assessor especial do presidente Lula, Marco Aurélio Garcia, ao ficar feliz em descobrir que os mortos da última tragédia aérea era culpa de outros (tanto faz de quem era, desde que não fosse deles...) e culminou com a atuação mais discutível, vexatória e anti-ética de nosso senado nos últimos tempos, ao absolver o meliante senador Renan Calheiros (PMDB-AL) no primeiro processo por quebra de decoro parlamentar. A repercussão foi tão negativa que até o advogado que o defendeu afastou-se do caso (o advogado Eduardo Ferrão - http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u330427.shtml - Folha de São Paulo, 21 de Setembro de 2007).
Podemos não ter formação jornalística apropriada, e nem é este o objetivo. Queremos somente que as faces dos corruptos e inconsequentres políticos e seus acessores, que desrespeitam seu país e aqueles a quem representam, não sejam esquecidas.
Na medida do possível, todos os nomes e escândalos serão aqui lembrados.
Enquanto quem nos dirige desgovernadamente seguir no caminho oposto, avesso ao que seria o ideal social, ético, moral e politico de seus cargos, tentaremos ser o "back-up" da memória brasileira, gritando através dO Reverso.

Um comentário:
Realmente o Brasil é um país de paradoxos: enquanto por um lado, com o Pan 2007, sentimos orgulho em sermos brasileiros, com novos heróis surgindo em piscinas, quadras e tatames, por outro temos vergonha de pertencer à mesma nação de diretores de estatais, supervisores de aeroportos, acessores especiais da presidência da república e até ministros que ridicularizam situações graves de caos aéreo, não demonstram nenhum respeito por cidadões de seu país mortos no desastre da TAM e muito menos pelos familiares e entes queridos das vítimas, ao rirem e gesticularem sobre os corpos e as culpas desta tragédia.
E enquanto isso nosso ausente presidente reeleito faz-se de perplexo, hesita no comando do país e, na dúvida, "relaxa e goza" com a imaginária "prosperidade finaceira oculta" do povo brasileiro, que tal crise teria demonstrado, na opinião estapafúrdia do ministro da fazenda.
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